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Última revisão em 2026-04-18. Quando uma afirmação depende de um estudo específico, o estudo é descrito em vez de superinterpretado.
A religiosidade do bolsonarismo é acompanhada por uma hostilidade à ciência e à razão, que se tornou particularmente clara durante a pandemia da COVID-19. Bolsonaro elogiou a hidroxicloroquina como uma cura milagrosa contra a COVID-19 e fez intensa propaganda e defesa do referido medicamento, a qual não há evidências científicas de sua eficácia. Diversos parlamentares bolsonaristas se pronunciaram contra a vacinação e o ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, afirmou que a pandemia era uma "conspiração globalista". Essa hostilidade à ciência já era evidente em 2019, quando dezenas de milhares de incêndios queimaram a Bacia Amazônica, e Bolsonaro chamou os dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) de "mentiras". Como boa parte dos movimentos da direita alternativa, o bolsonarismo também nega as mudanças climáticas, vistas por Bolsonaro como um "jogo comercial". O bolsonarismo tem sido descrito como uma ideologia permeada de elementos de teoria da conspiração, produzidos e disseminados pelo movimento durante as eleições presidenciais de 2018 e 2022, durante o Governo Bolsonaro, a Pandemia de COVID-19 e, especialmente, desde a derrota de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022, a partir da qual surgiram manifestações contrárias aos resultados e defensoras de um golpe de Estado.
Fontes: pt.wikipedia.org
Essas teorias se estendem por uma diversidade de temas, tais como a confiabilidade das urnas eletrônicas, tanto a segurança da vacina contra a COVID-19 quanto a origem e natureza da pandemia, o caráter da tecnologia 5G, a existência de uma perseguição aos cristãos e o negacionismo climático, entre outros. Após as eleições de 2022, novas teorias têm surgido para desqualificar o processo eleitoral, seu resultado, bem como a posse e o andamento do governo Lula. Alguns outros casos de teorias conspiratórias fabricadas são:
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"Mamadeira de piroca" - isso ocorreu em 2018, supostamente, o PT ia distribuir mamadeiras com bicos em formatos obscenos para as crianças se Fernando Haddad, que concorria à presidência pelo Partido dos Trabalhadores contra Bolsonaro, ganhasse a eleição. A banda Detonautas chegou a criar uma música sobre essa fake news. "Morte do Lula" — Logo após a vitória de Lula da Silva no segundo turno da eleição presidencial de 2022, começaram a circular teorias da conspiração sobre a impossibilidade de Lula assumir a presidência em razão de uma doença grave, que teria provocado sua internação. Especulava-se que o presidente havia sofrido um infarto ou um acidente vascular cerebral (AVC), ou que estaria com cancer, internado no Hospital Sírio-Libanês. Uma versão particularmente popular afirma que Lula teria morrido no hospital em 29 de setembro de 2023 após cirurgia no quadril, sendo substituido por um sósia de dez dedos, além de outras diferenças. A data e motivo de morte mudam conforme a versão. Versões da teoria envolvem Nicolás Maduro, a CIA, Armínio Fraga e ministros de seu governo. "Fraude nas urnas eletrônicas" — A teoria de uma fraude nas urnas eletrônicas tem sido um tema recorrente e persistente na mídia bolsonarista, especialmente após o resultado do segundo turno das eleições de 2022. Já em 2018, Jair Bolsonaro havia alegado que teria vencido no primeiro turno, o que levou o Tribunal Superior Eleitoral a determinar a retirada de um vídeo em que o então candidato fazia tal afirmação.
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A disseminação dessa teoria tem utilizado de diversas formas de desinformação, como a utilização de vídeos descontextualizados, traduções fraudulentas de discursos em línguas estrangeiras, e o uso de imagens de celebridades afirmando tratar-se de juízes, cientístas políticos e figuras políticas que confirmavam a existência de fraudes na urnas e no processo eleitoral brasileiro. A existência de um relatório das Forças Armadas do Brasil, que faria uma denúncia da fraude eleitoral, tem sido continuamente reafirmada por apoiadores do ex-presidente, na esperança de viabilizar a anulação da eleição. O verdadeiro relatório realizado pelas Forças Armadas não apontou nenhuma fraude no processo, ainda assim, seu conteúdo foi frequentemente distorcido e manipulado para dar continuidade à teoria. Em 1993, Bolsonaro questionava as urnas de papel e pedia a informatização do pleito. "Posse forjada" — Para uma parte da base bolsonarista, a posse de Lula teria sido uma armação sem caráter oficial, utilizada com estratégia para consolidar artificialmente seu poder. Diversas linhas de desinformação têm servido de base para essa teoria, algumas das quais afirmam que a faixa presidencial utilizada por Lula seria inautêntica. Na realidade, existem modelos distintos de faixa presidencial que podem ser escolhidos pelos eleitos. Além disso, outros detalhes da cerimônia são denunciados como falsos, tais como os militares presentes.
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Melanotan 2 é resumido aqui a partir de literatura pública: definição, contexto e pontos recorrentes na prática. Informação geral, não aconselhamento médico.
A pesquisa sobre Melanotan 2 apoia-se sobretudo em estudos de laboratório e modelos animais; dados clínicos variam conforme a substância.
Pureza e análise (HPLC, espectrometria de massa), reconstituição correta e armazenamento adequado são decisivos.%!(EXTRA string=Melanotan 2)
Nem todos os mecanismos estão demonstrados e um estudo isolado não é evidência global. As questões abertas são sinalizadas.%!(EXTRA string=Melanotan 2)